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dc.creatorJUNQUEIRA, Iracema Saldanha-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8669068296387246por
dc.contributor.advisor1ADAD, Sheila Jorge-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5694939964123686por
dc.date.accessioned2019-07-19T14:58:44Z-
dc.date.issued2017-09-01-
dc.identifier.citationJUNQUEIRA, Iracema Saldanha. Análise comparativa da denervação no sistema nervoso entérico no megaesôfago chagásico versus idiopático na cárdia e nos terços esofágicos, em relação ao número total de neurônios e à proporção de neurônios SP+ (excitatórios) e NOS+ (inibitórios). 2017. 119f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Uberaba, 2017.por
dc.description.resumoIntrodução/objetivo: Estudos clínicos sugerem que, no megaesôfago idiopático (MEI), prevaleceria lesão da inervação inibitória, enquanto no megaesôfago chagásico (MEC), haveria comprometimento tanto da inervação inibitória quanto excitatória. O objetivo deste estudo foi analisar comparativamente a denervação intramural, quanto ao número total de neurônios e à proporção de neurônios excitatórios e inibitórios, na cárdia (Cd) e nos terços esofágicos, entre os grupos MEC, MEI e chagásico sem megaesôfago (CSME), em relação ao controle não chagásico (NC). Casuística e Metodologia: Na primeira etapa, para a avaliação geral da denervação, foi feita contagem dos neurônios no plexo mientérico de 87 esôfagos, sendo 62 de necrópsias e 25 esofagectomias (NC = 19; MEI = 18; MEC = 22 e CSME = 28 casos), em 5 cortes escalonados corados por HE em um anel do terço inferior (TI), médio (TM) e do superior (TS), e em 5 cortes longitudinais de cada lado da Cd. Na segunda etapa, foram analisados 28 casos (NC = 6; MEI = 7; MEC = 7 e CSME = 8) para avaliação da proporção de neurônios inibitórios (NOS+) versus excitatórios (SP+), através de imuno-histoquímica. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significante entre a denervação no MEC x MEI em nenhuma região, observando-se frequente aganglionose. Estes grupos mostraram denervação significante em relação ao NC em todas as regiões. O grupo MEC mostrou denervação significante em relação ao CSME em todas as regiões; porém, o MEI diferiu do CSME apenas na Cd e TI. Alguns casos de MEI ainda apresentavam frequentes neurônios, predominantemente no TM e TS. No grupo CSME a denervação foi muito variável, sendo significante em relação ao NC no TI, TM e TS, mas não na Cd. Esses dados sugerem que a denervação na Cd pode ser mais importante para desencadear megaesôfago, assim como disfagia, que estava presente em dois casos de CSME com denervação maior que 95% apenas na Cd. Um caso de MEC discreto e recente também tinha denervação intensa apenas na Cd. Não foi evidenciada denervação seletiva em relação a neurônios NOS ou SP em nenhum grupo; porém, em um caso de MEI com denervação menos intensa e em um CSME com disfagia, houve maior perda de neurônios NOS que SP. Discussão/Conclusão: Nos megas a destruição neuronal foi total (aganglionose), ou quase total, dos dois tipos de neurônios. A denervação intensa na parte distal parece ser o principal fator para a patogênese do megaesôfago; entretanto, é possível que o desequilíbrio entre a proporção de neurônios inibitórios versus excitatórios possa contribuir para a disfunção motora em alguns casos, sobretudo na cárdia, como parece ter ocorrido em um caso de MEI com denervação menos intensa que a usual e em um CSME com disfagia.12por
dc.description.abstractIntroduction/objective: Clinical studies suggest that inhibitory innervation injury would prevail in the idiopathic megaesophagus (IME), while in the chagasic megaesophagus (CME) there would be impairment of both inhibitory and excitatory innervation. The aim of this study was to analyze intramural denervation in relation to the total number of neurons and to the proportion of excitatory and inhibitory neurons, in the cardia (Cd) and in the esophageal thirds, between CME, IME and chagasic with no megaesophagus (CNME) groups, in relation to the non-chagasic control (NC). Material and methods: In the first step, for the general assessment of denervation, the neurons were counted in the myenteric plexus of 87 esophagus, 62 of necropsies and 25 esophagectomies (NC = 19; IME = 18; CME = 22 e CNME = 28 cases) in 5 HE-staggered cuts in a ring of the lower third (LT), medium third (MT) and upper third (UT), and in 5 longitudinal cuts on each side of the Cd. In the second step, 28 cases (NC = 6, IME = 7, CME = 7 and CNME = 8) were analyzed by immunohistochemistry to assess the proportion of inhibitory neurons (NOS +) versus excitatory (SP +). Results: There was no statistically significant difference between the denervation in the CME x IME in any region, with frequent aganglionosis. These groups showed significant denervation in relation to NC in all regions. The CME group showed significant denervation in relation to CNME in all regions; however, IME differed from CNME only in Cd and LT. Some cases of IME still had frequent neurons, predominantly in MT and UT. In the CNME group the denervation was very variable, being significant in relation to the NC in the LT, MT and UT, but not in the Cd. These data suggest that denervation in Cd may be more important for triggering megaesophagus, as well as dysphagia, that was present in two cases of CNME with denervation greater than 95% only in Cd. A case of discrete and recent CME also had intense denervation only in Cd. There was no evidence of selective denervation in relation to NOS or SP neurons in any group; however, in a case of IME with less intense denervation and in a CNME with dysphagia, there was a greater loss of NOS neurons than SP ones. Discussion/Conclusion: In megas the neuronal destruction was total (aganglionose), or almost total, of the two types of neurons. The intense denervation in the distal part seems to be the main factor for the pathogenesis of the megaesophagus; however, it is possible that the imbalance between inhibitory and excitatory neurons may contribute to motor dysfunction in15 some cases, especially in the cardia, as seems to have occurred in a case of IME with less intense denervation than usual and in a CNME with dysphagia.eng
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Geraispor
dc.formatapplication/pdf*
dc.thumbnail.urlhttp://bdtd.uftm.edu.br/retrieve/5038/Tese%20Iracema%20S%20Junqueira.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Triângulo Mineiropor
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências da Saúde - ICS::Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúdepor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFTMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúdepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.subjectMegaesôfago chagásico.por
dc.subjectAcalásia idiopática.por
dc.subjectPlexo mientérico.por
dc.subjectImunohistoquímica neurônio inibitório-neurônio excitatório.por
dc.subjectSistema nervoso entérico.por
dc.subjectChagasic megaesophagus.eng
dc.subjectIdiopathic achalasia.eng
dc.subjectMyenteric plexus.eng
dc.subjectImmunohistochemistry inhibitory neuron-excitatory neuron.eng
dc.subjectEnteric nervous system.eng
dc.subject.cnpqCiências da Saúdepor
dc.subject.cnpqMedicinapor
dc.titleAnálise comparativa da denervação no sistema nervoso entérico no megaesôfago chagásico versus idiopático na cárdia e nos terços esofágicos, em relação ao número total de neurônios e à proporção de neurônios SP+ (excitatórios) e NOS+ (inibitórios)por
dc.title.alternativeComparative analysis of denervation on the enteric nervous system in the chagasic versus idiopathic megaesophagus in cardia and thirds esophageal, in relation to the total number of neurons and the proportion of neurons SP+ (excitatory) and NOS+ (inhibitory)eng
dc.typeTesepor
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