Please use this identifier to cite or link to this item: http://bdtd.uftm.edu.br/handle/tede/802
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorVILELA, Sandra de Oliveira Machado-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7482180515714261por
dc.contributor.advisor1KARWOSKI, Acir Mário-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0772872573503574por
dc.date.accessioned2019-08-05T13:36:33Z-
dc.date.issued2019-02-28-
dc.identifier.citationVILELA, Sandra de Oliveira Machado. O conto fantástico na formação do leitor. 2019. 118f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Programa de Mestrado Profissional em Letras, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Uberaba, 2019.por
dc.description.resumoO trabalho tem como objetivo pesquisar acerca da eficácia dos contos fantásticos na formação de leitores. Sabendo o quanto a leitura precisa ser incentivada no ambiente escolar - devido aos vários alunos que chegam ao sétimo ano do Ensino Fundamental desmotivados e com um conceito depreciativo de leitura – procurou-se desenvolver um trabalho visando mudar essa realidade. Tomou-se como ponto de partida a demonstração de curiosidade por conhecer e estudar narrativas de aventura e terror. Desenvolveu-se a sequência didática como plano de intervenção com contos que envolvem o gênero fantástico. O conto fantástico é conhecido pelos alunos e pode despertar a vontade de ler e interagir com esse tipo de narrativa? É crucial comprometer-se com uma educação leitora que priorize o percurso que o aluno realiza para construir e reconstruir o significado do texto, bem como a ampliação de seu repertório textual, linguístico e estético. Esse comprometimento permite enxergar, na ótica do docente, em que estágios os adolescentes encontram-se e até onde podem chegar, ou seja, sugere-se aqui partir do conhecimento prévio do leitor para, em seguida, conduzi-lo ao prazer e à fruição perante os artifícios da literatura (SOUZA; FEBA, 2011). A relevância da pesquisa está na importância de se formar leitores e na perspectiva de pensar no conto fantástico como desencadeador e facilitador pois pode mostrar eficiência no sentido de que o adolescente se sinta atraído, principalmente, por causa das características que Roas (2014) atribui ao fantástico: a confrontação do sobrenatural e do real dentro de um mundo ordenado e estável como pretende ser o nosso, a incerteza na percepção da realidade e do próprio eu. A metodologia adotada é a pesquisa-ação. Espera-se comprovar que, através do estudo do conto fantástico, aconteça o despertar consistente não apenas de uma leitura sistemática, decodificadora mas, também, o descobrimento do quanto é importante o letramento literário (COSSON, 2017) para descobertas instigantes na vida e na trajetória escolar dos estudantes que participam da investigação. A partir do exposto, justifica-se a pesquisa com o conto fantástico em sala de aula por acreditar que, por ser uma narrativa curta e instigante do imaginário, ajuda a formar leitores melhor preparados para leitura de outros gêneros textuais e/ou literários.por
dc.description.abstractThe main of this dissertation is to investigate the effectiveness of fantastic stories in the formation of readers. Knowing how much reading needs to be encouraged in the school environment - due to the many students who reach the seventh year of elementary school with no motivation and a derogatory concept of reading - we tried to develop a work aimed at changing this reality. It was taken as a starting point the demonstration of curiosity to know and to study narratives of adventure and terror. The didactic sequence was developed as an intervention plan with stories that involve the fantasy genre. The fantastic story is known to the students and can awaken the will to read and interact with this kind of narrative? It is crucial to commit to a reading education that prioritizes the student's course to construct and reconstruct the meaning of the text, as well as the expansion of its textual, linguistic and aesthetic repertoire. This commitment allows us to see, from the teacher's point of view, the stages in which adolescents find themselves and how far they can reach, that is, it is suggested that they start from the reader's previous knowledge and then lead them to pleasure and enjoyment before the artifices of literature (SOUZA; FEBA, 2011). The relevance of the research is the importance of forming readers and the perspective of thinking of the fantastic story as a trigger and facilitator, since it can show efficiency in the sense that the adolescent is attracted, mainly, because of the characteristics that Roas (2014) attributes to the fantastic: the confrontation of the supernatural and the real within an orderly and stable world as it claims to be ours, the uncertainty in the perception of reality and of the self. The methodology adopted is action research. It is hoped that the study of the fantastic tale will bring about a consistent awakening not only of systematic reading but also of the discovery of how important literary literacy (COSSON, 2017) is for insights into life and trajectory of the students participating in the research. From the above, it is justified the research with the fantastic story in the classroom for believing that, because it is a short and instigating narrative of the imaginary, it helps to form readers better prepared to read other textual and/or literary genres.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.thumbnail.urlhttp://bdtd.uftm.edu.br/retrieve/5299/Dissert%20Sandra%20O%20M%20Vilela.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Triângulo Mineiropor
dc.publisher.departmentInstituto de Educação, Letras, Artes, Ciências Humanas e Sociais - IELACHS::Curso de Graduação em Letraspor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFTMpor
dc.publisher.programPrograma de Mestrado Profissional em Letras em Rede Nacionalpor
dc.relation.referencesANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. BARBOSA, Juliana B.; BARBOSA, Marinalva V. (Orgs). Leitura, literatura e mediação: professores: formação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2013. BORTONI-RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. v. 2 BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos – língua portuguesa. Brasília: MEC, SEF, 2007. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio às Redes de Educação Básica. Coordenação-Geral de Materiais Didáticos; FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Diretoria de Ações Educacionais. Coordenação-Geral do Programa do Livro. Língua portuguesa: <PNLD2018> guia de livros didáticos: ensino médio. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2017. 109p. Disponível em: <http://www.fnde.gov.br/programas/programas-dolivro/livro-didatico/guia-do-livro-didatico/item/11148-guia-pnld-2018>. Acesso em: 3 jan. 2019. CALVINO, Ítalo. (Org.) Contos fantásticos do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. ______. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. CHARTIER, Roger. Comunidade de leitores. In: CHARTIER, Roger. A ordem dos livros: leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVIII. Brasília: Editora da UNB, 1994. p. 11-31. COSSON, Rildo. Círculos de leitura e letramento literário. São Paulo: Contexto, 2017. ______. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2016. DALVI, Maria A.; REZENDE, Neide L. de.; FALEIROS, Rita J. (Org.) Leitura de literatura na escola. São Paulo: Parábola, 2013. DIAS, André; FERES, Beatriz dos S.; ROSÁRIO, (Org.) Leitura e formação do leitor: cinco estudos e um relato de experiência. Rio de Janeiro: 7 letras, 2016. FERNANDES, Eliane M. da F.; SOUSA FILHO, Silval M. de. (Org.) Leitura: ações de mediação pedagógica. Campinas, SP: Pontes Editora, 2015. FREITAS, Maria T. A. A internet na escola: desafio para a formação de professores. In: COSTA, A. M. C. (Org.) Cabeças Digitais: o cotidiano na era da informação. Campinas: Loyola, 2006. FULGÊNCIO, Lúcia; LIBERATO, Yara. É possível facilitar a leitura. São Paulo: Contexto, 2007. GARCIA, Flávio; MOTTA, Marcus A. O insólito e seu duplo. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2009. GERALDI, J. W. Concepções de linguagem e ensino de português. 4. ed. In: ___. (Org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006. GOTLIB, Nádia B. A teoria do conto. Série Princípios, 2. ed. São Paulo: Ática, 2006. ______. Clarice, uma vida que se conta. São Paulo: Ática, 1995. HORELLOU-LAFARGE, Chantal. Sociologia da leitura. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2010. ISER, Wolfgang. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. Tradução de Johannes Kretschmer. São Paulo: Ed.34, 1976-1999. v. 2. JAUSS, H. R. O prazer estético e as Experiências Fundamentais da Poiesis, Aesthesis e Katharsis. In: LIMA, Luis (org.). A literatura e o leitor: textos de Estética da Recepção . Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.JOUVE, Vincent. A leitura. São Paulo: Ed. Unesp, 2002 KIEFER, Charles. A poética do conto: de Poe a Borges – um passeio pelo gênero. São Paulo: Leya, 2011. KLEIMAN, Angela. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas, SP: Pontes, 2016. ______. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas, SP: Mercado das letras, 1995. _______. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 9. ed., 2004. LAJOLO, Marisa. O texto não é pretexto. In: ZILBERMAN, Regina. (Org.). Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988. LEFFA, Vilson J. Perspectivas no estudo da leitura: texto, leitor e interação social. In: LEFFA, Vilson J.; PEREIRA, Aracy E. (Org.) O ensino da leitura e produção textual: alternativas de renovação. Pelotas, RS: Educat, 1999. ______. Aspectos da leitura: uma perspectiva sociolinguística. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996. LEMOS, André; CUNHA, Paulo (Orgs.). Olhares sobre a Cibercultura. Sulina: Porto Alegre, 2003. LÉVY, Pierre. Cibercultura. COSTA, C. I. da( Trad.),3ª edição. São Paulo: Editora 34, 2010. LIMA, Elvira de Souza. Desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ed. Sobradinho, 1998. MARIA, Luzia de. O clube do livro: ser leitor – que diferença faz? São Paulo: Globo, 2009. ______. Amor literário: dez instigantes roteiros para você viajar pela cultura letrada. Rio de Janeiro: Ler & Cultivar editora, 2017. MAGALHÃES, Izabel (Org.). Discursos e práticas de letramento: pesquisa etnográfica e formação de professores. 1. ed. Campinas, SP. Mercado de Letras, 2012. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.). Desenvolvendo a habilidade de leitura. Belo Horizonte: Editora UFMG 2005. PIETRI, Émerson de. Práticas de leitura e elementos para a atuação docente. 2. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2009. ROAS, David. A Ameaça do fantástico: aproximações teóricas / David Roas; tradução Julián Fuks. São Paulo: Editora Unesp, 2014. SILVA, Lilian Lopes Martin da. A escolarização do leitor: a didática da destruição da leitura. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1986. SOARES, Magda. Leitura e democracia cultural. In: PAIVA, Aparecida et al. (Orgs.). Democratizando a leitura: pesquisas e práticas. Belo Horizonte: Ceale; Autentica, 2008. SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Penso, 1998. TODOROV, Tzvetan. Introdução à literatura fantástica. São Paulo: Perspectiva, 2008. VEIGA, Ilma Passos A. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 10. ed. Campinas, SP: Papirus, 2000. ZILBERMAN, Regina (Org.). Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988. ______. Recepção e leitura no horizonte da literatura. Alea: Estudos Neolatinos [online], Rio de Janeiro, v.10, n.1, p.85-97, jan./jun. 2008. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1517- 106X2008000100006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/alea/v10n1/v10n1a06.pdf>. Acesso em: 9 jan. 2019. ______. O papel da literatura na escola. Via Atlântica, v. 14, p. 11-22, 2008. DOI: https://doi.org/10.11606/va.v0i14.50376. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/50376/54486>. Acesso em: 9 jan. 2019.por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.subjectConto fantástico.por
dc.subjectFormação do leitor.por
dc.subjectLetramento literário.por
dc.subjectFantastic tale.eng
dc.subjectFormation of the reader.eng
dc.subjectLiterary literacy.eng
dc.subject.cnpqLetraspor
dc.titleO conto fantástico na formação do leitorpor
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Programa de Mestrado Profissional em Letras em Rede Nacional

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Dissert Sandra O M Vilela.pdfDissert Sandra O M Vilela4,65 MBAdobe PDFThumbnail

Download/Open Preview


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons